terça-feira, 23 de novembro de 2010

Confirmada a lesão de Ronaldo: Com certeza está fora do clássico decisivo contra o Vasco

Debate esportivo - Fonte: G1

O Corinthians terá que se virar sem sua principal estrela se quiser ser campeão. Peça-chave no elenco, o atacante Ronaldo vai desfalcar a equipe na partida contra o Vasco, domingo, às 17h, no Pacaembu, pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro. Ele também é dúvida para enfrentar o Goiás, dia 5 de dezembro, no Serra Dourada, no último duelo do torneio nacional.

Exames realizados nesta manhã de terça-feira confirmaram aquilo que o corpo clínico alvinegro já projetava: o craque sofreu uma pequena lesão na coxa direita e não terá condições de atuar no fim de semana. O ídolo já iniciou o tratamento, porém, passará por avaliações constantes para saber se poderá viajar a Goiânia.

Ronaldo se lesionou aos 27 minutos do primeiro tempo do empate por 1 a 1 com o Vitória, domingo passado, no Barradão, em Salvador. O jogador se machucou ao iniciar um arranque, caiu no gramado, foi atendido pelos médicos, mas não conseguiu voltar. Ele estava realizado a sétima partida consecutiva, feito que nunca conseguiu superar desde que foi contratado.

Esta é a quinta lesão do Fenômeno na temporada 2010. As outras foram também na coxa direita, no púbis e nas duas panturrilhas. As últimas, aliás, tiraram o craque de boa parte do Campeonato Brasileiro, reaparecendo apenas nas rodadas finais.

Sem o camisa 9, Tite ganha um sério problema no setor ofensivo, já que o Timão não conta com outra opção com as mesmas características. Souza, ainda fazendo parte do grupo, não vem sendo aproveitado. Assim, as possibilidades são Dentinho, que retorna de suspensão, e Iarley, outro bastante criticado pela torcida.

Ronaldo deixa a equipe no momento que os gols dele poderiam ser decisivos. O Corinthians está em segundo lugar, com um ponto a menos que o Fluminense, precisando vencer as duas últimas partidas, além de torcer por tropeços do Tricolor carioca.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Brasil perde para a argentina em amistoso

Debate esportivo - Fonte: G1

Clássico sul-americano foi disputado no Khalifa International, em Doha

Brasil e Argentina deram um belo espetáculo no Catar. Tudo se desenhava para um 0 a 0 classudo, bem disputado, vibrante. Mas daí os hermanos levaram a melhor nos acréscimos. Aos 46 minutos, Messi fez uma daquelas jogadas que só os craques do futebol sabem fazer. Chamou para si a responsabilidade, fez jogada individual e bateu no canto do goleiro Victor, decidindo a partida no último lance no Estádio Khalifa International, em Doha, no Catar.

Essa foi a primeira derrota da Seleção Brasileira na era Mano Menezes, em quatro partidas.

É o tipo de jogo que nunca tem cara de amistoso. É a partida amistosa que vale mais que três pontos. Os primeiros 45 minutos foram com jeito de disputa de título. Jogo franco, aberto. Para o Brasil, a melhor chance foi de Daniel Alves, que bateu no travessão. Já pelo lado dos hermanos, foi o chute de Messi que passou zunindo o poste do gol defendido por Victor.

Mas o momento mais plástico da primeira etapa foi de Ronaldinho, que há mais de um ano e meio não aparecia na Seleção. Numa cobrança de escanteio, a bola ficou sem dono na área até cair na frente do craque, na pequena área. No reflexo, arriscou um arremate de calcanhar. Mas Romero estava bem posicionado e fez a defesa.

Se o goleiro argentino estava atento, Victor também não estaria cochilando. Também num lance de bola aérea, Higuain tenta desviar do goleiro, que espalma parcialmente. No rebote, chute à queima-roupa do centroavante argentino. Nova defesa com os pés. Mas ali o lance já havia sido invalidado por impedimento. O lance arrancou aplausos dos tímidos torcedores locais.

Ronaldinho Gaúcho também chamou para si a responsabilidade nas cobranças de falta – fundamento que ficava a cargo de Daniel Alves geralmente. Na primeira, ficou na barreira. Na segunda oportunidade, obrigou Romero a fazer bela defesa.

O técnico Mano Menezes não mexeu para o segundo tempo. Já Sérgio Batista colocou Lavezzi na vaga de Di Maria, que deu trabalho à defesa brasileira na etapa inicial. A tônica na parte final da partida seguiu a mesma: pouco jogo no meio-campo, com chegadas fortes às duas áreas.

Em lance polêmico, os argentinos pediram pênalti depois do chute frontal de Pastore. A bola estourou no braço de Thiago Silva, mas o árbitro mandou o lance seguir. A arbitragem, por sinal, quase perdeu o comando depois dos 20 minutos, quando o clima esquentou.

Com a Argentina crescendo no duelo depois dos 20 minutos e a entrada de D'Alessandro, Mano Menezes resolveu mexer também. Já que Ronaldinho estava acusando cansaço, colocou em campo o meia Douglas. Outra alteração ainda foi entrada de André no lugar de Neymar, que deu mais trabalho ao árbitro, que teve de interpretar quando era falta e quando era simulação.

O Brasil ainda teve algumas estocadas agudas. Na última melhor, Robinho recebeu de Douglas na esquerda encheu o pé, mas sobre o gol adversário.

O 0 a 0 estava se encaminhando em Doha, mas não satisfazia a brasileiros ou argentinos. Só que Messi ainda estava em campo. Aos 46 minutos, a Argentina tomou a bola dos pés de Douglas na intermediária. Então, Messi partiu em jogada individual. O craque entrou na área e bateu cruzado. Rasteiro. Não havia tempo para mais nada, apenas para Victor recolher a bola no fundo do gol.

Confiram o golaço do Messi:

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Dossiê Cruzeirense 2010











Para os cruzeirenses que reclamaram e ofenderam o time do Corinthians, através desse video fica aí um recado que todos os clubes são ajudados e prejudicados.



Alías Cruzeiro quanta ajuda não?

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Brasil perde final do mundial de volei para a seleção da Rússia

Debate esportivo - Fonte:G1

A seleção brasileira feminina não resistiu à Rússia neste domingo e foi derrotada na final do Mundial de vôlei, em Tóquio, no Japão. Como aconteceu em 2006, o Brasil perdeu por 3 sets a 2 com parciais de 21/25, 25/14, 20/25, 25/14 e 15/11, e ficou com o vice-campeonato.


Atuais campeãs, as russas chegaram ao sétimo título na competição graças a grande atuação de Gamova, de 2,02 metros. A ponteira liderou a equipe, ao marcar 35 pontos, e teve desempenho decisivo no tie-break.

Com este resultado, a Rússia se tornou a primeira a faturar o troféu com 11 vitórias na história da competição. Até então, o recorde era de dez triunfos, conquistados por Cuba, em 1994, Japão, em 1974, e União Soviética, em 1956.

A seleção brasileira entrou em quadra neste domingo escalada com Fabíola, Sheilla, Jaqueline, Natália, Fabiana, Thaísa e a líbero Fabi. Sem repetir a apatia do início de jogo contra o Japão, o Brasil começou a decisão de forma arrasadora. Não deu chances às russas e abriu 6/1 com facilidade. A boa vantagem foi mantida até a metade da parcial, quando as rivais encostaram no placar, ao fazer 14/13.

Depois de seguidos erros, as brasileiras retomaram as rédeas do jogo e abriram 20/15, com grande atuação de Natália e Jaqueline. A Rússia esboçou nova reação, ao empatar em 21/21, em uma marcação duvidosa do árbitro. Mas o Brasil tratou de manter o domínio e fechou rapidamente em 25/21.

A situação se inverteu no segundo set. A Rússia começou melhor e abriu 6/2 no marcador. As brasileiras se recuperaram e reduziram a diferença para apenas dois pontos (13/11), graças aos bons ataques de Sheilla. As russas, porém, mostraram eficiência no bloqueio e chegaram a liderar o placar por 19/11 antes de empatar o jogo, fazendo 25/17.

O terceiro set começou mais equilibrado. Apesar de cometer dois erros seguidos, o Brasil abriu 4/2 e comandou a parcial até o final. As brasileiras souberam explorar o bloqueio russo e conseguiram abrir 20/14. As rivais tentaram reagir, ao reduzir a vantagem para 20/18. Mas, com Fabiana inspirada, o Brasil fechou em 25/20.

Depois do revés, a Rússia voltou a aumentar o ritmo do jogo no início do quarto set. Lideradas pela ponteira Gamova, as russas foram mais incisivas e ainda contaram com um momento de desconcentração do Brasil para abrir 20/09. Preocupado, o técnico José Roberto Guimarães colocou em quadra Sassá e Fernanda Garay, nos lugares de Jaqueline e Natália. Mas não evitou o novo empate no placar. A Rússia fechou o set em 25/14 e levou a final para o tie-break.

Sem mostrar abatimento pela queda de rendimento, as brasileiras resgataram o ritmo no quinto e último set e saíram na frente, com atuação decisiva de Sheilla. O Brasil abriu 4/2, mas as russas não demoraram para empatar, deixando a partida equilibrada. As duas equipes protagonizaram grande disputa, brigando ponto a ponto, até que a Rússia abriu 11/09. A vantagem foi mantida até o final, quando as atuais campeãs fecharam o jogo em 15/11.

Terceiro Lugar

Eliminada pelo Brasil na semifinal, a seleção do Japão conquistou a medalha de bronze no Mundial, ao vencer os Estados Unidos, atual campeão do Grand Prix, por 3 sets a 2, com parciais de 18/25, 25/23, 21/25, 25/19 e 15/08. A vitória devolveu as anfitriãs ao pódio depois de um jejum de 32 anos. O Japão soma três medalhas de ouro e três de prata na competição.

F1 2010 – Cobertura completa da Final

Espanhol da Ferrari chega apenas em sétimo e vê a festa do alemão da RBR, que se torna o mais jovem campeão da história da categoria, aos 23 anos

Acompanhamos um grande e belo campeonato este ano na F1, e nada mais que justo dos melhores terem vencidos. Com certeza o Grande Prêmio de Abu Dhabi foi uma das corridas mais tensas do ano; tensão tanto na pista quanto na cabeça dos pilotos. E Vettel que tinha uma situação bem crítica no campeonato, dominou uma corrida como um verdadeiro campeão, e foi.

O alemão se tornou o mais jovem campeão da história da F1, e viu Fernado Alonso (o grande favorito ao título) ficar quase a corrida toda com os nervos a flor da pele, ficando preso atrás de Pretov; e seu companheiro Webber sem nada a fazer. Particularmente me deu até nervoso ver Alonso tentar passar Petrov, e a mesma coisa com Massa e Alguesuari e Kubica e Hamilton.Fernado Alonso não teve chances atrás do russo, e seu campeonato foi por água abixo; Hamilton sem muito o que fazer na segunda colocação e Webber lá atrás, o título mais do que justo de Sebastian Vettel.

A corrida em si foi o que muitos esperavam, sem ultrapassagens, e as que tiveram foram poucas; poucas possibilidades durante a prova, e os pilotos tiveram que correr pelo o que tinham. Me desculpem pois não tenho palavras para descrever o que aconteceu; não que foi um grande coisa mas as palavras não vêm.

Red Bull campeã de pilotos e construtores, uma verdadeira equipe; equipe que não se abateu por erros de seus pilotos na Turquia, e por pressões durante todo o campeonato; isso é o esporte, isso é F1. E 2011 já está aí, essa semana teremos treinos em Abu Dhabi com os novos pneus; com certeza a F1 voltou e está em seus melhores e dias, e todos torcemos para ano que vem seja melhor ainda, se possível, com os brasileiros na luta pelo título.

O campeonato de pilotos então ficou assim:

1 Sebastian Vettel German RBR-Renault 256
2 Fernando Alonso Spanish Ferrari 252
3 Mark Webber Australian RBR-Renault 242
4 Lewis Hamilton British McLaren-Mercedes 240
5 Jenson Button British McLaren-Mercedes 214
6 Felipe Massa Brazilian Ferrari 144
7 Nico Rosberg German Mercedes GP 142
8 Robert Kubica Polish Renault 136
9 Michael Schumacher German Mercedes GP 72
10 Rubens Barrichello Brazilian Williams-Cosworth 47
11 Adrian Sutil German Force India-Mercedes 47
12 Kamui Kobayashi Japanese BMW Sauber-Ferrari 32
13 Vitaly Petrov Russian Renault 27
14 Nico Hulkenberg German Williams-Cosworth 22
15 Vitantonio Liuzzi Italian Force India-Mercedes 21
16 Sebastien Buemi Swiss STR-Ferrari 8
17 Pedro de la Rosa Spanish BMW Sauber-Ferrari 6
18 Nick Heidfeld German BMW Sauber-Ferrari 6
19 Jaime Alguersuari Spanish STR-Ferrari 5
20 Heikki Kovalainen Finnish Lotus-Cosworth 0
21 Jarno Trulli Italian Lotus-Cosworth 0
22 Karun Chandhok Indian HRT-Cosworth 0
23 Bruno Senna Brazilian HRT-Cosworth 0
24 Lucas di Grassi Brazilian Virgin-Cosworth 0
25 Timo Glock German Virgin-Cosworth 0
26 Sakon Yamamoto Japanese HRT-Cosworth 0
27 Christian Klien Austrian HRT-Cosworth 0

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Momento humor: Esse video entrega o árbitro reserva

Prestem bem atenção...



Porque ele comemorou?

Será que comemorou a defesa do gremista por ser tricolor, ou comemorou a penalidade por ser colorado?

vai saber...

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Cobertura completa do clássico entre Corinthians e São Paulo

Debate esportivo - Fonte: G1

O “olé” da torcida no final da partida foi o resumo da euforia do Corinthians. Na tarde deste domingo, com uma vitória incontestável por 2 a 0 sobre o São Paulo, no estádio do Morumbi, o Corinthians reassumiu a liderança do Campeonato Brasileiro (mesmo que temporariamente). Mas tem mais do que isso a comemorar. Até porque frustrou os planos do rival em relação à vaga na Libertadores e aumentou para 11 o número de jogos sem perder do Tricolor (sete vitórias e quatro empates). Elias e Dentinho foram os heróis.

Os destaques do clássico deste domingo não são novidade para os corintianos. Nem para os são-paulinos. Autor do primeiro gol do triunfo alvinegro, Elias costuma se dar bem contra o rival do Morumbi. Em sete jogos foram cinco gols. Média impressionante. Já Dentinho, que fez o segundo, jamais perdeu para o Tricolor.

A vitória no clássico colocou o Corinthians temporariamente na liderança do Brasileirão com 60 pontos. Agora, a equipe do Parque São Jorge torce por empate ou derrota do Fluminense no duelo com o Vasco, às 19h30m. Já o São Paulo, com os mesmos 50 de antes, não consegue se aproximar do G-4 e ainda pode perder a oitava colocação para o Atlético-PR, que encara o Flamengo esta noite.

Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, a de número 35, o São Paulo joga contra o Vasco, domingo, dia 14, às 17h, no estádio de São Januário, no Rio de Janeiro. O Corinthians, por sua vez, tem um confronto direto na briga pelo título. Recebe o Cruzeiro, no estádio do Pacaembu, às 19h30 do sábado, dia 13.

Era uma decisão. Tanto para o Corinthians, que busca o título, quanto para o São Paulo, na briga por uma vaga na Libertadores. E nos primeiros minutos, as duas equipes mostraram bem a “cara” dos seus treinadores. Do lado de Carpegiani, ataque atrás de ataque. Do lado de Tite, cautela defensiva.

Apesar de a postura tricolor ser mais ofensiva, os donos da casa demoraram a encontrar espaço para finalizar. Quando arriscavam de longe, o goleiro Julio Cesar não tinha com o que se preocupar. Enquanto isso, o Corinthians, que começou com Dentinho na vaga de Iarley, buscava os contra-ataques.

Ajudado pelo São Paulo, que abusava dos erros de passe, o Timão conseguiu criar alguns contragolpes, mas parou nas defesas de Rogério Ceni, como em chute de Dentinho aos 16 minutos. Aliás, os goleiros roubavam a cena no jogo. Julio Cesar, por sinal, salvou o Corinthians em boa finalização de Lucas, o melhor do Tricolor.

Os são-paulinos poderiam até achar que, pelo volume, o time estava melhor em campo. Mas o Corinthians, quando encaixa uma jogada, é muito mais perigoso. Na realidade, fatal. Foi assim aos 30 minutos. Jucilei deu ótimo passe em profundidade para Elias chutar cruzado da direita da grande área, sem chances para Ceni.

O gol marcado pelo volante evitou que os goleiros fossem os únicos protagonistas do primeiro tempo. E mais: mostrou ao Timão que o melhor caminho era mesmo pela direita, nas costas de Diogo, escolhido por Carpegiani para o lugar do titular Richarlyson, suspenso pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva.

Para tentar acabar com a “Avenida Diogo”, o técnico Paulo César Carpegiani mudou o São Paulo. Colocou o experiente Jorge Wagner no lugar do garoto. Mudou também na contenção do meio-campo. Sacou Casemiro e escalou Ilsinho, que assumiu a lateral direita e mandou Jean para ser volante. O Timão não mudou.

Com Jorge Wagner e Ilsinho em campo, o São Paulo passou a aproveitar melhor as jogadas pelas laterais. Uma saída contra a boa marcação dos volantes alvinegros. A mudança promovida por Carpegiani deixou o Tricolor mais rápido também. Melhor para Ricardo Oliveira, que passou a ser mais servido pelos companheiros.

A pressão tricolor em busca do empate foi grande. Mas o Corinthians, quando tinha a bola, se mostrava perigoso. Faltava apenas melhorar a finalização. Em relação ao primeiro tempo, o jogo melhorou. O torcedor pode ver muito mais chances de gol e uma movimentação intensa de todos os setores das duas equipes.

Aos poucos, porém, o Corinthians conseguiu esfriar o jogo e conter a pressão. Perdeu, por outro lado, mobilidade no meio-campo após Tite sacar Bruno César para a entrada de Danilo. Mas o São Paulo só não empatou aos 35 minutos porque do outro lado estava Julio Cesar, que fez linda defesa em chute de Jorge Wagner.

Mas quem conseguiu marcar foi o Timão. Mais eficiente, o time aproveitou o jogo aberto do São Paulo e dez 2 a 0 aos 39 minutos. Alessandro entrou em velocidade pela direita da grande área e cruzou para Dentinho completar: 2 a 0. Em seu segundo jogo após cinco lesões seguidas, o atacante se emocionou com o feito.

No final, a Fiel ainda calou os tricolores com um sonoro “olé”.

Frases pós Clássico:

Pelo lado do Corinthians:

"Esses jogos têm sido mais psicológicos. Temos de conseguir os três pontos de qualquer maneira. É hora de vencer na raça e no coração" – disse o Fenômeno(Ronaldo). "Não escolho o São Paulo para marcar. Só tenho sorte. Eu estava no lance no momento certo" – declarou o camisa 7 (Elias) "Nós poderíamos ser campeões também se tivéssemos perdido para o São Paulo aqui no Morumbi. Não é tão importante assim. É claro que é importante vencer um time bom como o do São Paulo, é um clássico, mas a vitória vale os mesmos três pontos de outra" – minimizou o mandatário corintiano(Andrés Sanches".

Pelo lado do São Paulo:

"Quero sempre ganhar, não vou falar isso, acho que não, poderia encher o peito e dizer que sim, mas não concordo. Cheguei no momento em que o São Paulo tentou algo, não vim antes porque primeiro o time estava na Libertadores, e depois o clube apostou em um treinador. Cheguei quando o São Paulo precisava trocar. Não farei críticas aos meus antecessores. A campanha é razoável, mas não é suficiente em termos de pontuação. Estou seguro, pois sei onde temos que melhorar bastante" - ressaltou Carpegiani.

"Vamos procurar esquecer o mais rápido esta derrota no clássico. Aprender com os nossos erros e buscar novamente os nossos objetivos", ressaltou o lateral direito Jean.

Lutamos até o fim, mas vamos levantar a nossa cabeça", completou o meia Lucas.


Melhores momentos do clássico magestoso:



Piada do clássico: O tricolor - porque continua sendo freguês do Corinthians,vai o CPF na nota?

Orgulho do clássico: Julio César - a cada jogo que passa mostra para a fiel torcida o grande goleiro que é.